Ato Público Ave de Rapina (10/12/14)

As aves de rapina (“rapina” = raptar, aves que raptam) é um termo utilizado para caracterizar as aves carnívoras que apresentam determinadas adaptações para a caça ativa.”
adaptações.

Assim como fizeram os servidores da Prefeitura Municipal de Florianópolis deflagrados pela Operação Ave de Rapina no dia 12 de novembro de 2014 pela Polícia Federal de SC. A operação investigou a organização criminosa envolvendo vereadores, servidores públicos e empresários dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, ligados à administração pública de Florianópolis, entre Câmera de Vereadores, IPUF e a Fundação de Cultura Franklin Cascaes. Mais de R$ 30 milhões teriam sido desviados dos cofres públicos.

LEVANTE!
O ato público a ser realizado na próxima quarta-feira, 10 de dezembro em frente à Câmera Municipal de Florianópolis será a primeira ação deste movimento, em posicionamento coletivo sobre este caso de corrupção na cidade à venda. Caso este que engrossa os crimes cometidos pelos próprios servidores públicos da capital, repetindo o caso da Operação Moeda Verde e mais recentemente a aprovação duvidosa do Plano Diretor de Florianópolis.

Este ato foi definida pelos presentes na Reunião Unificada Ave de Rapina, realizada na terça-feira, 02 de dezembro, com frente Comuna Amarildo e SINTESP e demais movimentos sociais. [http://www.sintespe.org.br/conteudo.php…]

Segue o cronograma das próximas ações do movimento:

AGENDA
04/12 – Encontro para aprovação do texto para panfleto no SINTESP, às 20h.
08-09/12 – Entrega dos panfletos de convocação em frente ao TICEN + Tribuna Popular, das 17h às 19h.
08/12 – Reunião de organização do Ato Público com a sociedade civil e movimentos sociais organizados, SINTESP às 19h30.
10/12 – ATO Ave de Rapina às 16h em frente à Câmera de Vereadores de Florianópolis (concentração às 15h em frente ao TICEN).

Fonte: Grupo ETC

| MARUIM | Guaranis marcham em Florianópolis em defesa de suas terras

Depois da série de reportagens “Terra Contestada”, veiculada nos meios do Grupo RBS, os indígenas Guarani, da aldeia dos Morro dos Cavalos, ocupam o centro de Florianópolis em defesa da demarcação de suas terras e do direito à existência. 

“Eles dizem que aqui não tem indígena, que não tem mais, que acabou… Então, a gente está aqui, neste momento, para mostrar que a gente está aqui, está resistindo e tem um monte de apoiadores para nos ajudar nesta luta”. 

Esta é a voz combativa da cacica Eunice. MARUIM esteve na Marcha Unificada Contra o Genocídio do Povo Negro, Indígena, Quilombola e Sem-terra, e produziu este vídeo que tenta captar o encontro de culturas dessa sexta-feira.