Apoio ao Movimento Ocupe Estelita – Moção de Repúdio à Violência Policial

Apoio ao Movimento Ocupe Estelita

MOÇÃO DE REPÚDIO À VIOLÊNCIA POLICIAL

 

 

Considerando que os Movimentos e Organizações Sociais, não governamentais, são instrumentos e espaço público de discussão e expressão coletiva dos diferentes interesses, lutas, visões e projetos políticos, econômicos e sociais existentes na sociedade.

Considerando que Movimentos e Organizações Sociais são sujeitos coletivos, conjunturais ou permanentes, responsáveis pela ação direta nas ruas e praças, de mobilização e exercício da cidadania participativa, imprescindível para atualização e ampliação dos direitos individuais e coletivos, das demandas sociais junto ao Estado, para atualização da legislação e reformulação da organização politica da sociedade e do Estado.

Considerando que na afirmação do Estado Democrático de Direito, a Administração Pública e as Ações dos Agentes do Estado devem ser pautadas pelo princípio da legalidade e respeito ao exercício da democracia; proteção de ampla liberdade de expressão, organização e legislação, que possibilite a participação popular nas decisões estatais, visando aos direitos e deveres individuais e coletivos.

Considerando que direitos de livre manifestação do pensamento; de reuniões pacíficas, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização; e de plena liberdade de associação para fins lícitos, garantias de dignidade da pessoa humana, estão previstos no art. 5º da Constituição Federal de 1988:

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes…

Considerando que qualquer ação do Estado que atente contra o Estado Democrático de Direito, contra ação organizada de movimento social e garantias de dignidade da pessoa humana, coloca em risco conquistas democráticas e direitos políticos civis constitucionais,

Vimos por meio desta moção denunciar e repudiar veementemente a violência de agentes das forças públicas de segurança do estado que agiram contra a integridade física e a vida de manifestante, ocorrida dia 2 de outubro de 2015 na manifestação pacífica e democrática do Movimento Ocupe Estelita.

Destacamos que esta ação relembra o regime militar vivido nos anos de 1964 a 1985 e configura uma séria ameaça à liberdade de expressão popular, ao direito de manifestação e mobilização pacífica, resguardada aos cidadãos pela Constituição Federal.

Diante dos fatos ocorridos, exigimos que o Ministério da Justiça, OAB Nacional, Governador e Secretário de Segurança do Estado e a Assembleia Legislativa de Pernambuco encaminhem ação disciplinar, de punição exemplar, com expulsão do soldado que fez o disparo, a corresponsabilização criminal e afastamento de seu oficial no comando das operações junto às Manifestações Sociais. Ver https://www.youtube.com/watch?v=JJoEut8T-rg

Destacamos também que o Movimento Ocupe Estelita e as ações violentas da polícia militar na repressão a militantes e criminalização dos movimentos sociais, guardam grandes semelhanças com várias lutas da Reforma Urbana no país, como as ocorridas em nossas ações em Florianópolis no combate aos setores predadores ambientais da Construção Civil. nas demandas do Plano Diretor Participativo, dos nossos movimentos de Preservação e Sustentabilidade Socioambientais, Defesa das Baías Norte e Sul, da Pesca Artesanal, da Maricultura, de Parques e Praças Públicas, Mobilidade Urbana, Moradia e Saneamento Básico.

Por último, destacamos que esta situação, recorrente em todo o país, exige principalmente a desmilitarização das ações governamentais, no controle da ordem pública e que se puna os atores das irregularidade nas ações urbanas e comerciais que envolve a área do Caís José Estelita e que se atenda imediatamente as reivindicações de direito urbano e socioambiental, de cidades solidárias e sustentáveis, reclamado pelas mobilizações populares do Movimento Ocupe Estelita.

Movimento Ponta do Coral 100% Pública – Florianópolis / SC


Resultados da Caminhada Ecológica na Ponta Do Coral – 04/10

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Resultados da Caminhada Ecológica na Ponta Do Coral, ocorrida neste domingo, Dia Mundial da Natureza e dos Animais.

Parabéns a este grupo de pessoas empenhadas!

Nos últimos meses o Movimento Ponta do Coral 100% Pública tem cobrado do Prefeito o cumprimento das várias promessas que foram feitas na reunião que tivemos com ele em abril. Entre elas, a limpeza da área, que continua tomada por capim e lixo – uma forma de abandono proposital do setor púbico que acaba afastando a população do local.

Se não fosse a disposição voluntária de algumas pessoas como essas de realizar a limpeza através de mutirões (um dos quais foi impedido pela Polícia Militar), o local continuaria no abandono.Inclusive, nas últimas semanas ocorreram dois incêndios no local, facilitados pelo mato que se alastra na região.

Cabe lembrar que a responsabilidade pela limpeza é da Hantei. Cabendo a Prefeitura multar a empresa, e realizar ela mesma a limpeza caso a empresa se recuse a limpar.


Resultados da Caminhada Ecológica na Ponta Do Coral – 04/10

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Resultados da Caminhada Ecológica na Ponta Do Coral, ocorrida neste domingo, Dia Mundial da Natureza e dos Animais.

Parabéns a este grupo de pessoas empenhadas!

Nos últimos meses o Movimento Ponta do Coral 100% Pública tem cobrado do Prefeito o cumprimento das várias promessas que foram feitas na reunião que tivemos com ele em abril. Entre elas, a limpeza da área, que continua tomada por capim e lixo – uma forma de abandono proposital do setor púbico que acaba afastando a população do local.

Se não fosse a disposição voluntária de algumas pessoas como essas de realizar a limpeza através de mutirões (um dos quais foi impedido pela Polícia Militar), o local continuaria no abandono.Inclusive, nas últimas semanas ocorreram dois incêndios no local, facilitados pelo mato que se alastra na região.

Cabe lembrar que a responsabilidade pela limpeza é da Hantei. Cabendo a Prefeitura multar a empresa, e realizar ela mesma a limpeza caso a empresa se recuse a limpar.


Aniversário de 10 anos pela luta de criação do Parque Natural do Pântano Do Sul – 03/10

Fonte: Núcleo Distrital Pântano do Sul

10 anos parque rede

 

 

Venha participar!

Aniversário de 10 anos pela luta de criação do Parque natural do Pântano do sul.

10 anos de luta ferrenha contra os empreendimentos imobiliários na planície!

Dia 03 de outubro, sábado, na Escola Básica Municipal Dilma Lucia dos Santos.
17h – Orquestra Sinfônica Juvenil de Florianópolis
18h – Debate, historia, depoimentos
20h – Apresentação do filme “Mercadores da Duvida” de Robert Kenner


Aniversário de 10 anos pela luta de criação do Parque Natural do Pântano Do Sul – 03/10

Fonte: Núcleo Distrital Pântano do Sul

10 anos parque rede

 

 

Venha participar!

Aniversário de 10 anos pela luta de criação do Parque natural do Pântano do sul.

10 anos de luta ferrenha contra os empreendimentos imobiliários na planície!

Dia 03 de outubro, sábado, na Escola Básica Municipal Dilma Lucia dos Santos.
17h – Orquestra Sinfônica Juvenil de Florianópolis
18h – Debate, historia, depoimentos
20h – Apresentação do filme “Mercadores da Duvida” de Robert Kenner


Entrevista na Rádio Campeche – Representante do Movimento Ponta do Coral 100% Pública explica porque o Movimento decidiu não participar do Conselho da Cidade

Em uma entrevista na Rádio Campeche, representante do Movimento Ponta do Coral 100% Pública explica porque o Movimento decidiu não participar do Conselho da Cidade, além de responder algumas perguntas sobre o processo movido pela Hantei que busca criminalizar o Movimento e a luta pela mudança de zoneamento da Ponta do Coral para Área Verde de Lazer.


Entrevista na Rádio Campeche – Representante do Movimento Ponta do Coral 100% Pública explica porque o Movimento decidiu não participar do Conselho da Cidade

Em uma entrevista na Rádio Campeche, representante do Movimento Ponta do Coral 100% Pública explica porque o Movimento decidiu não participar do Conselho da Cidade, além de responder algumas perguntas sobre o processo movido pela Hantei que busca criminalizar o Movimento e a luta pela mudança de zoneamento da Ponta do Coral para Área Verde de Lazer.


O golpe do prefeito César Souza no Plano Diretor Participativo

FLORIANÓPOLIS: GOLPE CONTRA A POPULAÇÃO

Denúncia Pública do Decreto Municipal do prefeito César Souza de criação do Conselho da Cidade, sem a devida representação da população dos distritos, golpeando a gestão democrática e participativa no Plano Diretor

Nós, do Movimento Ponta do Coral 100% Pública, manifestamos publicamente nosso repúdio a mais um decreto do prefeito César Souza Jr. que, ao mesmo tempo em que corrobora com o processo de destruição do direito à cidade por parte da maioria da população, decidiu incluir nosso Movimento na composição do Conselho da Cidade. Recusamos este “convite”, pois estamos junto com todos os movimentos sociais da cidade, que estão, há quase uma década, envolvidos com a luta por uma cidade de direitos no Plano Diretor Participativo (PDP). A “constituição” deste Conselho ignora olimpicamente a maioria dos setores populares que compunham, há mais de dez anos, o Núcleo Gestor do Plano Diretor Participativo, através de mecanismos comunitários representativos, no qual a população pode, efetivamente, participar.

Sabemos da nossa representatividade e responsabilidade construída nos 35 anos de luta em defesa da Ponta do Coral 100% Pública e por uma cidade democrática, sem discriminações ou exclusões sociais, ambientalmente saudável e com sustentabilidade econômica e social. Isso nos daria legitimidade para ser um dos possíveis setores a integrar o Conselho da Cidade.

A constituição de um órgão permanente, representativo da sociedade, como o Conselho da Cidade faz parte de nossos ideais, mas não da forma como está sendo proposto, à revelia do Processo do PDP. Trata-se de um direito conquistado pela sociedade brasileira e uma obrigação do Estado em constituí-lo de forma democrática e participativa, da mesma forma que a constituição do Núcleo Gestor Participativo, que tem a função de gerir o Plano Diretor, desde a elaboração, até sua aprovação e o controle social da sua implementação. Por isso não podemos deixar que se faça dele um monstrengo contra nossos direitos até aqui conquistados, dentre eles a existência e o papel do Núcleo Gestor.

Na nossa avaliação, sua criação neste momento é mais uma manobra a favor de interesses políticos eleitorais, privilegiando a representação dos “cargos públicos de confiança” e a representação do empresariado, contra a representação popular, viciando todo o debate sobre o Plano Diretor e demandas das políticas urbanas da cidade.

Com esta manobra política, o prefeito busca tirar do debate os representantes distritais do Núcleo Gestor do PDP, agindo em total desacordo com os termos da decisão judicial da Ação Civil Pública, feita pelo Ministério Público, que obriga a prefeitura a reconhecer que o Núcleo Gestor deve ser incumbido de assegurar ampla participação popular nas 13 Audiências Públicas Distritais e na Audiência Pública Geral do Plano Diretor Participativo do Município de Florianópolis.

Agindo desta forma, o prefeito segue sua prática impopular de governar, não atendendo nem mesmo suas promessas de campanha. Ele só reafirma uma prática de “estelionato eleitoral”, comum na maioria dos políticos, que para se eleger prometem o céu ao povo e depois nos dão o inferno de sempre – foi assim com a promessa de não deixar construir na Ponta do Coral.

Por isso, nós não vamos participar deste golpe e informamos à sociedade e ao prefeito que recorreremos na justiça contra este decreto de criação do Conselho Cidade, devido às suas distorções legais e antidemocráticas.

Chamamos todas as demais entidades e representações da Sociedade Civil, indicadas ou não pelo decreto do prefeito, para que não encaminhem representação ao Conselho sem que antes o prefeito César Souza suspenda o decreto e convoque o Núcleo Gestor Participativo, cumprindo a decisão da justiça de apoio à Ação Civil Pública.

Em defesa do Núcleo Gestor do PDP na condução da participação popular nas 13 Audiências Públicas Distritais e na Audiência Pública Geral do Plano Diretor Participativo do município de Florianópolis.

Em defesa da Ponta do Coral 100% Pública, reafirmamos nosso projeto de cidade democrática, justa, solidária e sustentável.

Pela construção de um Conselho da Cidade participativo, democrático e deliberativo!

Movimento Ponta do Coral 100% Pública
#NãoVaiTerHotel
#VaiTerParque

O golpe do prefeito Cesar Souza no Plano Diretor Participativo

FLORIANÓPOLIS: GOLPE CONTRA A POPULAÇÃO

Denúncia Pública do Decreto Municipal do prefeito Cesar Souza de criação do Conselho da Cidade, sem a devida representação da população dos distritos, golpeando a gestão democrática e participativa no Plano Diretor

Nós, do Movimento Ponta do Coral 100% Pública, manifestamos publicamente nosso repúdio a mais um decreto do prefeito Cesar Souza Jr. que, ao mesmo tempo em que corrobora com o processo de destruição do direito à cidade por parte da maioria da população, decidiu incluir nosso Movimento na composição do Conselho da Cidade. Recusamos este “convite”, pois estamos junto com todos os movimentos sociais da cidade, que estão, há quase uma década, envolvidos com a luta por uma cidade de direitos no Plano Diretor Participativo (PDP). A “constituição” deste Conselho ignora olimpicamente a maioria dos setores populares que compunham, há mais de dez anos, o Núcleo Gestor do Plano Diretor Participativo, através de mecanismos comunitários representativos, no qual a população pode, efetivamente, participar.

Sabemos da nossa representatividade e responsabilidade construída nos 35 anos de luta em defesa da Ponta do Coral 100% Pública e por uma cidade democrática, sem discriminações ou exclusões sociais, ambientalmente saudável e com sustentabilidade econômica e social. Isso nos daria legitimidade para ser um dos possíveis setores a integrar o Conselho da Cidade.

A constituição de um órgão permanente, representativo da sociedade, como o Conselho da Cidade faz parte de nossos ideais, mas não da forma como está sendo proposto, à revelia do Processo do PDP. Trata-se de um direito conquistado pela sociedade brasileira e uma obrigação do Estado em constituí-lo de forma democrática e participativa, da mesma forma que a constituição do Núcleo Gestor Participativo, que tem a função de gerir o Plano Diretor, desde a elaboração, até sua aprovação e o controle social da sua implementação. Por isso não podemos deixar que se faça dele um monstrengo contra nossos direitos até aqui conquistados, dentre eles a existência e o papel do Núcleo Gestor.

Na nossa avaliação, sua criação neste momento é mais uma manobra a favor de interesses políticos eleitorais, privilegiando a representação dos “cargos públicos de confiança” e a representação do empresariado, contra a representação popular, viciando todo o debate sobre o Plano Diretor e demandas das políticas urbanas da cidade.

Com esta manobra política, o prefeito busca tirar do debate os representantes distritais do Núcleo Gestor do PDP, agindo em total desacordo com os termos da decisão judicial da Ação Civil Pública, feita pelo Ministério Público, que obriga a prefeitura a reconhecer que o Núcleo Gestor deve ser incumbido de assegurar ampla participação popular nas 13 Audiências Públicas Distritais e na Audiência Pública Geral do Plano Diretor Participativo do Município de Florianópolis.

Agindo desta forma, o prefeito segue sua prática impopular de governar, não atendendo nem mesmo suas promessas de campanha. Ele só reafirma uma prática de “estelionato eleitoral”, comum na maioria dos políticos, que para se eleger prometem o céu ao povo e depois nos dão o inferno de sempre – foi assim com a promessa de não deixar construir na Ponta do Coral.

Por isso, nós não vamos participar deste golpe e informamos à sociedade e ao prefeito que recorreremos na justiça contra este decreto de criação do Conselho Cidade, devido às suas distorções legais e antidemocráticas.

Chamamos todas as demais entidades e representações da Sociedade Civil, indicadas ou não pelo decreto do prefeito, para que não encaminhem representação ao Conselho sem que antes o prefeito César Souza suspenda o decreto e convoque o Núcleo Gestor Participativo, cumprindo a decisão da justiça de apoio à Ação Civil Pública.

Em defesa do Núcleo Gestor do PDP na condução da participação popular nas 13 Audiências Públicas Distritais e na Audiência Pública Geral do Plano Diretor Participativo do município de Florianópolis.

Em defesa da Ponta do Coral 100% Pública, reafirmamos nosso projeto de cidade democrática, justa, solidária e sustentável.

Pela construção de um Conselho da Cidade participativo, democrático e deliberativo!

Movimento Ponta do Coral 100% Pública
#NãoVaiTerHotel
#VaiTerParque

Hantei é condenada a pagar danos morais coletivos por demolição do Edifício Mussi

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O Edifício Mussi, construído em 1957, era considerado um dos marcos da arquitetura moderna de Florianópolis e foi posto abaixo pela Hantei em 2010, com anuência da Prefeitura, mesmo após a recomendação contrária do Ministério Público Federal (MPF).

Agora a Hantei, e os réus Nelson João de Morais Filho e Aliator Silveira, proprietários da construtora, foram condenados a pagar R$ 1,5 milhão por danos morais a coletividade. Em junho este ano a a Justiça Federal já havia condenado o ex-secretário de Meio Ambiente de Florianópolis, José Carlos Ferreira Rauen, e o ex-diretor de Arquitetura e Urbanismo do município, Rodolfo Siegfried Matte Filho, pela demolição do edifício.

Segundo o desembargador federal, a substituição do antigo Edifício Mussi pelo prédio ora em construção “acarretou irremediável prejuízo às gerações atuais e futuras, desfigurando o entorno em que se situava e comprometendo a fruição cultural e artística dos prédios tombados na vizinhança”.

Esta empresa é a mesma que pretende construir o gigantesco hotel na Ponta do Coral, e que recentemente entrou com um processo contra um dos militantes do Movimento Ponta do Coral 100% Pública, solicitando reparação de danos morais (100 mil reais + custos com advogados) à imagem da empresa e seu sócio-diretor executivo, Aliator Silveira, devido à uma letra do Samba cantada em um evento na Ponta no final do Carnaval. 

Esperamos que a empresa e a Prefeitura desta vez cumpram as recomendações do Ministério Público de não construir na Ponta do Coral.

Estamos de olho!

Movimento Ponta do Coral 100% Pública
#NãoVaiTerHotel
#VaiTerParque
  
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