Roda de Conversa sobre Cultura de Segurança no evento Hackeando a Cidade – Floripa 25/11

 

 

 

Neste Domingo de tarde acontece em Floripa o evento “Hackeando a Cidade”, organizado pelo pessoal do Quadrado em parceria com o Tarrafa Hacker Clube.

Durante o evento iremos participar junto com o pessoal do Tarrafa de uma roda de conversa sobre Cultura de Segurança.

O evento será no Quadrado, ou Pomar do Ciclista: um espaço ocupado e auto gerido na baia sul que serve de ponto de encontro para ciclistas e para a comunidade em geral. Aqui estão as instruções para chegar lá.

Abaixo a programação completa e descrição do evento. Chega maix!

~# Que história é essa de Hackear?
Hackear nada mais é do que utilizar alguma coisa para além do que foi idealizada. Explorar todos os recursos possíveis e impossíveis, esgotar as possibilidades de uso de alguma coisa, criar novos caminhos para chegar à algum objetivo.

~# O que é a cidade? Qual sua função? O que você pode fazer para melhora-la?

~# Nós do Quadrado, por exemplo, hackeamos a cidade construindo um parque com as próprias mãos, de pessoas para pessoas, numa área negligenciada pelo poder público depois de muitos anos aguardando promessas que são só promessas.

~# Neste domingo (25/11), numa parceria com o Tarrafa Hacker Clube que é um laboratório comunitário onde pessoas com interesses em comum em qualquer área do conhecimento humano se encontram para compartilhar conhecimentos e colaborar em projetos conjuntos, estaremos proporcionando um dia de discussões, oficinas e exposições, finalizando com um Cinetarrafa no aterro!

atrações@confirmadas

~# Oficina de Ecoprint com Roberta Kremer
A Ecoprint é uma técnica de estamparia onde toda coloração é extraída de flores e plantas.
https://www.facebook.com/events/2163373947214129/?ti=icl

~# Roda de conversa sobre ocupação do espaço público em Florianópolis: relatos do Quadrado e da Ponta Do Coral.

~# Roda de Conversa com Lauro Filho
Resiliência e Carpintaria: uma conversa sobre pensar, esperar e martelar
Um diálogo filosoficamente direcionado sobre o momento atual e a importância do cuidado-de-si. Uma visão de como o trabalho manual nos torna mais resilientes e conscientes de nós mesmos e de tudo que nos cerca. Ao final, teremos algumas noções básica sobre carpintaria manual: ferramentas, usos, materiais e projetos.

~# Roda de conversa com Coletivo Mariscotron e Tarrafa Hacker Clube
Cultura de segurança: boas práticas para autodefesa digital e comportamental.

~# Cinetarrafa no Aterro apresenta:
Nothing to Hide (2017)
Um documentário independente que trata da vigilância e sua aceitação pelo público em geral através do argumento “Não tenho nada a esconder”.

nano-CryptoFesta do Tarrafa em Floripa e CriptoFunk no Rio De Janeiro!

Dia 23/11: nano-CryptoFesta Tarrafa Edition, Florianópolis – SC

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Acontece nessa sexta no Tarrafa Hackerclube a nano-Crypto Festa. Com inicio às 18h, o evento vai contar a apresentação do Data Detox, conversa sobre conceitos básicos de comunicação segura e a exibição de dois curtas seguido de debate. Além disso, durante todo o evento estará rolando a instalação de aplicativos de comunicação mais segura como Briar e Signal e de sistemas operacionais Linux.

 

Dia 24/11: CriptoFunk, Rio de Janeiro

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A Criptofunk acontece no dia 24 de novembro, no Complexo da Maré (Galpão Bela Maré), com atividades sobre segurança integral (digital, física e psicossocial), privacidade, violência online, criptografia, resistência, liberdade na rede e funk!

Essa é a 1ª edição do evento no Rio de Janeiro! Inspirada no movimento internacional das CryptoParties, a CripoFunk é um esforço coletivo para difundir os conceitos fundamentais de privacidade e liberdade na Internet e ampliar a adoção de práticas e ferramentas de cuidados digitais.

Seguindo a tradição da CryptoRave, que acontece em São Paulo, ao final dos debates e atividades, uma grande festa encerra o evento. A participação nas atividades é aberta mediante inscrição gratuita. A programação completa será divulgada em breve nas redes do evento no twitter e facebook.

Link para inscrição: https://tinyurl.com/criptofunk
Link do evento: https://www.facebook.com/events/277096262921177/

https://scontent.fhrk1-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/45593458_2166430743580777_2615454960925540352_n.jpg?_nc_cat=107&_nc_ht=scontent.fhrk1-1.fna&oh=8a3b48905b529761bbb97a9f9f7a05e4&oe=5C7EB862

[PORTO ALEGRE] Segunda Oficina de Python – AfroPython

Um ano após a realização da sua 1ª edição e com o propósito de incluir e empoderar pessoas negras na área de TI, o AfroPython realiza mais uma oficina de programação de iniciação a Python. As inscrições estão abertas até o dia 14 de Novembro e o evento acontece no dia 24 de Novembro na Faculdade de Informática da PUCRS,  Prédio 32.

Não sabe programar e quer aprender? Sua hora chegou! O nosso workshop é super básico, qualquer pessoa que não tenha experiência com programação pode participar e aprender sobre Python e Django.

Mais sobre a iniciativa de acordo com o site do AfroPython:

O AfroPython é uma oficina de programação que tem o objetivo de incentivar a população negra nas áreas de tecnologia.

O AfroPython deseja ser uma iniciativa marcante: para quem faz e para quem participa. E queremos somente marcas positivas e felizes, já que as razões que nos unem não são tão historicamente nobres: somos a maior parte da população e não vemos esse dado refletido no mercado de trabalho, especialmente nas empresas de Tecnologia da Informação no Brasil.

https://afropython.org/

CriptoFestas de fim de ano!

Teremos agora nesses últimos meses do ano várias criptofestas para continuarmos afinando nossas alianças, aprofundando nossos conhecimentos e fortalecendo nossos objetivos, ainda mais com os tempos que virão.


Dia 07/11: Enigma Contra-vigilância, Campinas


Dia 10/11: I CriptoFesta de Recife.

https://criptofesta.org/

PROGRAMAÇÃO


Dia 23/11: nano-CriptoFesta Tarrafa Edition, Florianópolis – SC


Dia 24/11: CriptoFunk, Rio de Janeiro

A Criptofunk acontece no dia 24 de novembro, no Complexo da Maré (Galpão Bela Maré), com atividades sobre segurança integral (digital, física e psicossocial), privacidade, violência online, criptografia, resistência, liberdade na rede e funk!

Essa é a 1ª edição do evento no Rio de Janeiro! Inspirada no movimento internacional das CryptoParties, a CripoFunk é um esforço coletivo para difundir os conceitos fundamentais de privacidade e liberdade na Internet e ampliar a adoção de práticas e ferramentas de cuidados digitais.

Seguindo a tradição da CryptoRave, que acontece em São Paulo, ao final dos debates e atividades, uma grande festa encerra o evento. A participação nas atividades é aberta mediante inscrição gratuita. A programação completa será divulgada em breve nas redes do evento no twitter e facebook.

Link para inscrição: https://bit.ly/2PM9wIT
Link do evento: https://www.facebook.com/events/277096262921177/


Dia 30/11: CryptoCapivara, São José do Rio Preto.

https://we.riseup.net/cryptocapivara


Dia 01/12: Criptofesta em SP


Dia 15/12: CripTRA, CriptoFesta do Alto Tramandaí – RS

https://criptra.noblogs.org/

Chá de panela de acolhimento aos imigrantes venezuelanos

A *Cáritas Brasileira Regional Santa Catarina* estará acolhendo em breve cerca de 200 imigrantes venezuelanos em situação de extrema vulnerabilidade. Essas famílias – que atualmente estão em uma difícil situação na região da fronteira – serão abrigadas em 17 casas-lares na região da Grande Florianópolis. Essa iniciativa humanitária está acontecendo em outras 6 regiões do Brasil e faz parte do *Projeto Pana*, fruto da cooperação entre a Cáritas Brasileira e a Cáritas Suíça. Na língua dos Warao, etnia indígena do território venezuelano, pana quer dizer amigo/a, parceiro/a.

Além dos abrigos, o Projeto Pana prevê a instalação da *Casa de Direitos*, um ponto de referência que receberá essas famílias e o público em geral para acolhimento psicossocial, promovendo atividades abertas que fortaleçam os direitos humanos e a cidadania em nossa região. Gostaríamos de convidar você para conhecer esse espaço coletivo e também o Projeto Pana. A inauguração da Casa de Direitos será no dia *09 de novembro*, das 17 às 20 horas, na Rua Deputado Antônio Edu Vieira, 1524 – Bairro Pantanal, Florianópolis. Às *19h* faremos uma apresentação do Projeto e durante todo o evento estaremos cadastrando voluntárias/os que queiram colaborar com o projeto.

Nós precisamos equipar as 17 casas-lares e para isso contamos também com a sua solidariedade e apoio. Por isso, nossa inauguração será também um *Chá de Panela* para nossos panas venezuelanos que irão chegar em breve! Estaremos recebendo nesse dia doações de utensílios domésticos, como pratos, copos, canecas, talheres, vassouras, baldes, panos de prato, rodos, cestas de lixo e outros itens de casa – usados ou novos – que você queira e possa doar.

Venham conhecer a casa e conversar com a gente (e chamem seus panas também!). Contamos com a sua presença 🙃

*O que?* Chá de Panela Solidário e Inauguração da Casa de Direitos
*Onde?* Rua Deputado Antônio Edu Vieira, 1524 – Pantanal, Floripa
*Quando?* 09/11/2018, das 17:00 às 20:00
*O que levar?* Utensílios domésticos e sua solidariedade 🤝

I Colóquio Pesquisa e Anarquismo, em Floripa

Apresentação

O anarquismo e suas diferentes manifestações políticas, filosóficas, históricas e práticas têm sido objeto de estudos nas universidades brasileiras desde meados da década de 1970. A partir deste período brasilianistas e marxistas escreveram sobre as origens da organização sindical no Brasil com base nos materiais compilados por militantes anarquistas que, após a morte de Edgard Leuenroth, responsável pela guarda e conservação de um arquivo coletivo, deu origem ao Arquivo Edgard Leuenroth da Unicamp (Campinas/SP).

Com o passar dos anos houve a ampliação dos programas de pós-graduação e um crescimento no interesse por esse tema, originando uma gama de TCCs, dissertações de mestrado e teses de doutorado. Esse movimento fez com que as perspectivas em relação ao papel dos anarquistas na história fossem revistas e erros ou omissões pudessem ser questionados com base em novas abordagens e fontes que se tornaram acessíveis.

Nota-se então o surgimento de muitos trabalhos científicos nas mais variadas áreas do conhecimento que renovam o pensamento no seu campo e arejam as estruturas acadêmicas, muitas vezes paralisadas pelo comodismo intelectual, pressionadas pela produtividade da universidade capitalista e viciadas pelas disputas pessoais e teóricas que engessam as possibilidades de produzir avanços e reflexões críticas e de qualidade.

Todas essas causas de paralisia também engendram obstáculos institucionais para essas pesquisas. Estudantes e pesquisadores se veem muitas vezes desestimulados (ou até mesmo tolhidos) para seguir com seus projetos. Vemos se reproduzir nos ambientes universitários alguns mecanismos recorrentes que podem resultar em isolamento, falta de apoio e embates com professores e/ou orientadores que, em alguns casos, levam à desistência dos estudos.

Estes problemas são, até certo ponto, inevitáveis e alheios à nossa ação; e, de qualquer forma, o embate saudável de ideias pode significar uma oportunidade para o avanço da pesquisa, mas torna-se necessário um esforço maior para garantir visibilidade a estudos como os apresentados aqui. Assim, propomos a realização do “I Colóquio Pesquisa e Anarquismo: Perspectivas em Debate” com o objetivo central de possibilitar uma aproximação de pesquisadoras/es que têm como o tema o anarquismo ou que partem de teorias ou práticas anarquistas para embasar suas produções acadêmicas. O colóquio visa garantir espaço para a apresentação de trabalhos concluídos ou em desenvolvimento, a troca de experiências, divulgação de novos estudos, socialização de fontes de pesquisa, exposição de grupos de pesquisa, editoras, livros, revistas e arquivos*, e a participação de interessados no anarquismo, militantes, e apoiadores destas pesquisas no ambiente acadêmico ou fora dele.

A aproximação e a solidariedade entre pesquisadoras/es do anarquismo é importante para evitar a evasão e os prejuízos para a continuidade de novos estudos. Nesse sentido, decidimos propor a realização de um evento gratuito, aberto ao público em geral, e em uma cidade que já foi palco do Encontro de Cultura Libertária (2000) e que por muitos anos abrigou, na UFSC, o Núcleo de Alfabetização Técnica (NAT/CEDI), de orientação libertária.

* Grupos de pesquisa, editoras, livros, revistas e arquivos: entrar em contato via email.

Objetivos

  1. Abrir espaço para que pesquisadoras/es anarquistas se conheçam e possam conhecer as pesquisas de cada um(a) em diferentes áreas.
  2. Compartilhar contatos de outras/os pesquisadoras/es, grupos de pesquisa, produções em diferentes áreas, fontes de consulta e pesquisa, editoras e publicações.

 

Estrutura do Evento

O colóquio contará com três formas de participação: palestrantes convidados, pesquisadores com apresentação de trabalho e público em geral. O evento também possibilitará a realização de atividades culturais.

Público-alvo

O evento contempla como público alvo em primeiro lugar pesquisadoras/es em nível de graduação e pós-graduação das mais diversas áreas do conhecimento, bem
como professoras/es e estudantes do ensino fundamental e médio, além de trabalhadoras/es interessadas/os no tema.


PARTICIPAÇÃO ABERTA AO PÚBLICO EM GERAL

INSCRIÇÕES GRATUITAS

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

[União da Vitória] Conversa sobre Tecnopolítica no IFPR

Hoje à noite estaremos iniciando uma conversa sobre tecnopolítica no Instituto Federal do Paraná. A conversa será com alunxs do ensino médio técnico, das áreas de robótica, programação, eletrônica e redes.  Nosso objetivo com essa conversa é trabalhar conceitos relacionados à tecnologia e à política, buscando evidenciar os aspectos políticos que estão codificados estruturalmente nas tecnologias que utilizamos diariamente. Contrário ao senso-comum, até mesmo as tecnologias mais rudimentares carregam uma função e um objetivo intrínsico em seu desenho. Essa afirmação é levada a níveis extremos com as tecnologias contemporâneas; nossos perfis online seguem interagindo com pessoas e máquinas muito depois do log out e uma resposta de um captcha auxilia no desenvolvimento de inteligência artificial para drones de combate.

 

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[FLORIPA] Oficina “Ferramentas Digitais para Organização Coletiva”

Na próxima quinta-feira, dia 13/set, acontece a oficina “Ferramentas digitais para organização coletiva”. Iremos apresentar e mostrar como funcionam algumas opções de ferramentas para organização coletiva que são usadas há quase duas décadas por inúmeros grupos ativistas pelo mundo. Nesse tempo, muito se melhorou em termos de segurança da comunicação, porém nossas necessidades quando estamos em coletivos, continuam as mesmas: nos comunicarmos, organizar e debater nossas ideias, compartilhar materiais e tomar decisões. Toda tecnologia possui valores codificados em sua estrutura que nós não conseguimos alterar, por mais que “usemos do nosso jeito”. Por isso recomendamos coletivos de tecnologia como Riseup ou Autistici que desenvolvem softwares a partir de valores como justiça social, privacidade e autonomia. Divulguem e apareçam!

Quando: dia 13 / set, quinta
Hora: 19h00
Local: Tarrafa Hackerspaço