Chá de panela de acolhimento aos imigrantes venezuelanos

A *Cáritas Brasileira Regional Santa Catarina* estará acolhendo em breve cerca de 200 imigrantes venezuelanos em situação de extrema vulnerabilidade. Essas famílias – que atualmente estão em uma difícil situação na região da fronteira – serão abrigadas em 17 casas-lares na região da Grande Florianópolis. Essa iniciativa humanitária está acontecendo em outras 6 regiões do Brasil e faz parte do *Projeto Pana*, fruto da cooperação entre a Cáritas Brasileira e a Cáritas Suíça. Na língua dos Warao, etnia indígena do território venezuelano, pana quer dizer amigo/a, parceiro/a.

Além dos abrigos, o Projeto Pana prevê a instalação da *Casa de Direitos*, um ponto de referência que receberá essas famílias e o público em geral para acolhimento psicossocial, promovendo atividades abertas que fortaleçam os direitos humanos e a cidadania em nossa região. Gostaríamos de convidar você para conhecer esse espaço coletivo e também o Projeto Pana. A inauguração da Casa de Direitos será no dia *09 de novembro*, das 17 às 20 horas, na Rua Deputado Antônio Edu Vieira, 1524 – Bairro Pantanal, Florianópolis. Às *19h* faremos uma apresentação do Projeto e durante todo o evento estaremos cadastrando voluntárias/os que queiram colaborar com o projeto.

Nós precisamos equipar as 17 casas-lares e para isso contamos também com a sua solidariedade e apoio. Por isso, nossa inauguração será também um *Chá de Panela* para nossos panas venezuelanos que irão chegar em breve! Estaremos recebendo nesse dia doações de utensílios domésticos, como pratos, copos, canecas, talheres, vassouras, baldes, panos de prato, rodos, cestas de lixo e outros itens de casa – usados ou novos – que você queira e possa doar.

Venham conhecer a casa e conversar com a gente (e chamem seus panas também!). Contamos com a sua presença 🙃

*O que?* Chá de Panela Solidário e Inauguração da Casa de Direitos
*Onde?* Rua Deputado Antônio Edu Vieira, 1524 – Pantanal, Floripa
*Quando?* 09/11/2018, das 17:00 às 20:00
*O que levar?* Utensílios domésticos e sua solidariedade 🤝

I Colóquio Pesquisa e Anarquismo, em Floripa

Apresentação

O anarquismo e suas diferentes manifestações políticas, filosóficas, históricas e práticas têm sido objeto de estudos nas universidades brasileiras desde meados da década de 1970. A partir deste período brasilianistas e marxistas escreveram sobre as origens da organização sindical no Brasil com base nos materiais compilados por militantes anarquistas que, após a morte de Edgard Leuenroth, responsável pela guarda e conservação de um arquivo coletivo, deu origem ao Arquivo Edgard Leuenroth da Unicamp (Campinas/SP).

Com o passar dos anos houve a ampliação dos programas de pós-graduação e um crescimento no interesse por esse tema, originando uma gama de TCCs, dissertações de mestrado e teses de doutorado. Esse movimento fez com que as perspectivas em relação ao papel dos anarquistas na história fossem revistas e erros ou omissões pudessem ser questionados com base em novas abordagens e fontes que se tornaram acessíveis.

Nota-se então o surgimento de muitos trabalhos científicos nas mais variadas áreas do conhecimento que renovam o pensamento no seu campo e arejam as estruturas acadêmicas, muitas vezes paralisadas pelo comodismo intelectual, pressionadas pela produtividade da universidade capitalista e viciadas pelas disputas pessoais e teóricas que engessam as possibilidades de produzir avanços e reflexões críticas e de qualidade.

Todas essas causas de paralisia também engendram obstáculos institucionais para essas pesquisas. Estudantes e pesquisadores se veem muitas vezes desestimulados (ou até mesmo tolhidos) para seguir com seus projetos. Vemos se reproduzir nos ambientes universitários alguns mecanismos recorrentes que podem resultar em isolamento, falta de apoio e embates com professores e/ou orientadores que, em alguns casos, levam à desistência dos estudos.

Estes problemas são, até certo ponto, inevitáveis e alheios à nossa ação; e, de qualquer forma, o embate saudável de ideias pode significar uma oportunidade para o avanço da pesquisa, mas torna-se necessário um esforço maior para garantir visibilidade a estudos como os apresentados aqui. Assim, propomos a realização do “I Colóquio Pesquisa e Anarquismo: Perspectivas em Debate” com o objetivo central de possibilitar uma aproximação de pesquisadoras/es que têm como o tema o anarquismo ou que partem de teorias ou práticas anarquistas para embasar suas produções acadêmicas. O colóquio visa garantir espaço para a apresentação de trabalhos concluídos ou em desenvolvimento, a troca de experiências, divulgação de novos estudos, socialização de fontes de pesquisa, exposição de grupos de pesquisa, editoras, livros, revistas e arquivos*, e a participação de interessados no anarquismo, militantes, e apoiadores destas pesquisas no ambiente acadêmico ou fora dele.

A aproximação e a solidariedade entre pesquisadoras/es do anarquismo é importante para evitar a evasão e os prejuízos para a continuidade de novos estudos. Nesse sentido, decidimos propor a realização de um evento gratuito, aberto ao público em geral, e em uma cidade que já foi palco do Encontro de Cultura Libertária (2000) e que por muitos anos abrigou, na UFSC, o Núcleo de Alfabetização Técnica (NAT/CEDI), de orientação libertária.

* Grupos de pesquisa, editoras, livros, revistas e arquivos: entrar em contato via email.

Objetivos

  1. Abrir espaço para que pesquisadoras/es anarquistas se conheçam e possam conhecer as pesquisas de cada um(a) em diferentes áreas.
  2. Compartilhar contatos de outras/os pesquisadoras/es, grupos de pesquisa, produções em diferentes áreas, fontes de consulta e pesquisa, editoras e publicações.

 

Estrutura do Evento

O colóquio contará com três formas de participação: palestrantes convidados, pesquisadores com apresentação de trabalho e público em geral. O evento também possibilitará a realização de atividades culturais.

Público-alvo

O evento contempla como público alvo em primeiro lugar pesquisadoras/es em nível de graduação e pós-graduação das mais diversas áreas do conhecimento, bem
como professoras/es e estudantes do ensino fundamental e médio, além de trabalhadoras/es interessadas/os no tema.


PARTICIPAÇÃO ABERTA AO PÚBLICO EM GERAL

INSCRIÇÕES GRATUITAS

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

[União da Vitória] Conversa sobre Tecnopolítica no IFPR

Hoje à noite estaremos iniciando uma conversa sobre tecnopolítica no Instituto Federal do Paraná. A conversa será com alunxs do ensino médio técnico, das áreas de robótica, programação, eletrônica e redes.  Nosso objetivo com essa conversa é trabalhar conceitos relacionados à tecnologia e à política, buscando evidenciar os aspectos políticos que estão codificados estruturalmente nas tecnologias que utilizamos diariamente. Contrário ao senso-comum, até mesmo as tecnologias mais rudimentares carregam uma função e um objetivo intrínsico em seu desenho. Essa afirmação é levada a níveis extremos com as tecnologias contemporâneas; nossos perfis online seguem interagindo com pessoas e máquinas muito depois do log out e uma resposta de um captcha auxilia no desenvolvimento de inteligência artificial para drones de combate.

 

https://elchapuzasinformatico.com/wp-content/uploads/2018/06/google-pentagono-project-maven..jpg

 

[FLORIPA] Oficina “Ferramentas Digitais para Organização Coletiva”

Na próxima quinta-feira, dia 13/set, acontece a oficina “Ferramentas digitais para organização coletiva”. Iremos apresentar e mostrar como funcionam algumas opções de ferramentas para organização coletiva que são usadas há quase duas décadas por inúmeros grupos ativistas pelo mundo. Nesse tempo, muito se melhorou em termos de segurança da comunicação, porém nossas necessidades quando estamos em coletivos, continuam as mesmas: nos comunicarmos, organizar e debater nossas ideias, compartilhar materiais e tomar decisões. Toda tecnologia possui valores codificados em sua estrutura que nós não conseguimos alterar, por mais que “usemos do nosso jeito”. Por isso recomendamos coletivos de tecnologia como Riseup ou Autistici que desenvolvem softwares a partir de valores como justiça social, privacidade e autonomia. Divulguem e apareçam!

Quando: dia 13 / set, quinta
Hora: 19h00
Local: Tarrafa Hackerspaço

Lançamento do livro Manual de Segurança Holística na CryptoRave 2018


Este ano estaremos presentes novamente na CryptoRave, o maior evento de criptografia do mundo!
Dessa vez, lançaremos o Manual de Segurança Holística, um livro escrito pelo coletivo
Tactical Technology, cuja tradução concluímos recentemente.

O livro é um guia de treinamento em Cultura de Segurança a partir de uma compreensão “holística”,
ou seja, uma abordagem que leva em conta além do impacto físico, o impacto em nossa integridade psicológica.

O Manual de Segurança Holistica é baseado na compreensão de que segurança é um conceito
profundamente pessoal, subjetivo e influenciado pelo genêro de cada pessoa. Quando trabalhamos
para trazer uma mudança social positiva, podemos enfrentar ameaças e ataques persistentes
que impactam nossa integridade física e psicológica, e muitas vezes afetam nossas amizades
e família. Entretanto, ter uma abordagem de segurança organizada pode nos ajudar a manter
nosso trabalho e nós mesmos ativos.

Este guia é o primeiro a adotar explicitamente uma abordagem “holística” com relação a
segurança e estratégias de proteção para defensores de direitos humanos. Resumidamente,
isso significa que ao invés de olhar separadamente para a importância de nossa segurança
digital, nosso bem-estar psicossocial e dos processos de segurança organizacionais, essa
abordagem tenta integrar tudo isso e destacar suas interrelações.

Nessa atividade de lançamento, planejamos apresentar brevemente o conteúdo desse manual através de exemplos
de práticas e dinâmicas de treinamento e prática de cultura de segurança.

A atividade acontece no dia 5 de Maio, às 8h00 da manhã, no espaço Ian Murdock.

Além disso, estaremos presentes durante todo o evento com nossa banca de livros e zines.

Nos vemos lá!

8M – Greve Internacional de Mulheres! Tempo de Rebelião! [Florianópolis]

8M – Greve Internacional de Mulheres! Tempo de Rebelião!

Se liga na programação aqui para Floripa.

Por que paramos:
Contra a DISCRIMINAÇÃO NO MUNDO DO TRABALHO, por SALÁRIOS IGUAIS, pela valorização do trabalho doméstico e de cuidados! Contra a invisibilização da FUNÇÃO SOCIAL DAS MÃES e contra a violação de seus direitos e de seus filhos e filhas!

Contra a REFORMA DA PREVIDÊNCIA DO GOLPISTA MICHEL TEMER. Nós, MULHERES, seremos as mais atingidas pela reforma. TEMER quer ROUBAR nosso direito à APOSENTADORIA DIGNA e à ampla SEGURIDADE SOCIAL.

Contra os efeitos CRUÉIS E ESCRAVAGISTAS DA REFORMA TRABALHISTA do GOVERNO GOLPISTA e por seu imediato CANCELAMENTO!

Contra a Emenda Constitucional 95, que congela os gastos com saúde, educação e segurança pública por 20 anos!

Pela democracia e soberania nacional!

Pelo direito das mulheres encarceradas que ainda sofrem com um sistema carcerário desumano. Em alguns estados, cerca de 70% estão presas preventivamente – sem ter sua sentença julgada!

Contra a opressão e dominação do CAPITAL INTERNACIONAL, que submete nossos países ao papel de servidores de grandes multinacionais, ESCRAVIZANDO trabalhadoras e trabalhadores!

Contra a VIOLÊNCIA MACHISTA que nos ATACA e MATA todos os dias: nas ruas, nos ônibus, dentro de nossas casas, nas escolas e nos ambientes de trabalho. No Brasil, acontece um estupro a cada 11 minutos. MULHERES SÃO MORTAS pelo fato de serem mulheres e o número de feminicídios aumenta a cada dia!

Pelo direito à livre expressão da sexualidade e das identidades de gênero e ao aborto legal, seguro e gratuito!

Contra a discriminação racial e o genocídio da população negra e indígena!

Pela vida de TODAS AS MULHERES: do campo, da cidade, das florestas e das águas!

PROGRAMAÇÃO DO 8M EM FLORIANÓPOLIS:

01/03 a 10/03 – La Kahlo Bodega – Exposição Violências Contra as Mulheres
01/03 19h – Morro do Mocotó – Resistências Reais: Mulheres Negras, Periféricas e de Matriz Africana
05/03 18:30- 22h – Instituto Arco-Íris – Lançamento da Frente pela Legalização do Aborto
07/03 08h às 18h – Assembleia Legislativa de Santa Catarina – SEMINÁRIO REGIONAL: “PELO FIM DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A MULHER” – Auditório Deputada Antonieta de Barros
07/03 às 19:30h – Cinema do CIC – Cinemática – 1ª Mostra Àjé Mulheres Negras no Cinema
08/03 – Largo da Alfândega:
08h às 16h – Tenda Jennifer – Espaço Ciranda e espaço para rodas de conversas e trocas de experiências.
08h às 17h – Tenda Olga Benário – Um olhar sobre a vida das mulheres encarceradas, com materiais e troca de correspondências.
08h às 17h – Tenda Mãe Gracinha – As mulheres quilombolas e a luta por direitos. Com exposição de fotos.
08h às 17h – Tenda Anticapitalista – Tenda da troca (tragam roupas, acessórios, sapatos e disponibilidade de troca de serviços)
09h às 12h – Tenda Valda Costa – Oficina de Grafite com Gabriela Olívia Marques
09h às 10:30h – Tenda Jennifer – Roda de Conversa com ADOSC
10h30m às 12h – Tenda Janete Cassol – Roda de Conversa: Branquitude e Negritude – com Mathizy Pinheiro, Lia Vainer, Vanda Pinedo (MNU) e Maria de Lourdes Mina (MNU)
12h às 13h – Coreto – Coletivo NEGA – Teatro/Performance
13h às 14h – Tenda Janete Cassol – Roda de Conversa: (IN)VISIBILIDADE TRANS – Desafios e Oportunidades – com Lirous K’yo Fonseca Ávila e Maria Zanela
13h – Madalenas – Cortejo
14h às 16h – Tenda Valda Costa – Oficina de Lambe com Kio za’s e
14h às 14:30h – Coletivo Independente Fluído – Performance
14h às 17h – Tenda Janete Cassol – Movimento sindical e social com debate: A Defesa da Democracia e da Soberania Nacional. A luta por Direitos e pela Vida das Mulheres.
14:30h às 15h – Coreto – Paz – Pocket Show Rap
15h às 15:30h – Coreto – KANDACE – Pocket Show Rap
15:30h às 16h – Coreto – Trama Feminina – Pocket Show Rap
16h às 16h30m – Coreto – MC Mooa – Pocket Show Rap
16:30h às 17h – Coreto – MC K47 – Pocket Show Rap
16h às 17h – Tenda Jennifer – Debate: mulheres com deficiência
17h às 17h30m – Coreto – Roda de Samba de terreiro – Samba a Três,com Elaine Sallas, Bu Amato e Tay Muller
17h – Concentração Marcha
17h40m às 18h – Coreto – Pollyana Tathyana Rodrigues (ADEH) – Pocket Show
18h Bloco Cores de Aidê – Abertura da Marcha
20h30m às 23h – Coreto – Batalha da Alfândega:
– Pocket Show: NOVE
– DJ’s Beats Batalha: Brum e Isa
– Apresentadoras: Luneti, Moa e Sara
– Chaves da Batalha: Gugie e Duda
– Playlist feminista: Olívia, Ana, Berra, Sara e Duda
20h – Casa de Noca – Tempo de Resistência – Rumo ao FSM
10/03 – La Kahlo Bodega – das 15:30 às 21h – Até Quando? Não me Kahlo!

O 8MBrasilSC 2018 – Greve Internacional de Mulheres em SC é organizado por mulheres autônomas, de coletivos, movimentos, sindicatos, federações e associações, seguindo o chamado internacional para o 8 de MARÇO. No facebook: 8M Brasil SC.

CryptoRave 2018 – Chamado para atividades!

CRYPTORAVE 2018!

A CryptoRave 2018 ocorrerá nos dias 4 e 5 de maio de 2018!
O Chamado para Atividades já está rolando e encerrá dia 24 de março!

Envie a sua proposta pelo site:
https://cpa.cryptorave.org/pt-BR/cr2018/cfp/session/new

* * *

A CryptoRave, maior evento de segurança e privacidade aberto e gratuito do mundo, abriu no dia 23 de janeiro as chamadas para inscrição de atividades. A 5ª edição do evento ocorrerá entre os dias 4 e 5 de maio.

Em breve abriremos a campanha de financiamento colaborativo para 2018!

Mantendo a tradição, o evento será construído de forma colaborativa, por meio de sugestões de palestras, debates, oficinas, jogos, atividades mão-na-massa e colaboração de projeto FLOSS (free/libre/open software/source).
Propostas de apresentações artísticas, instalações, exibição de filmes e shows também são MUITO bem-vindas. DJs também já podem se inscrever para tocar na festa que rolará, como nas edições anteriores, ao final do encontro. As inscrições vão até dia 24 de março, à meia-noite. Não deixe para a última hora!

Para submeter uma atividade para a CryptoRave 2018 basta criar uma conta no site:
https://cpa.cryptorave.org e, em seguida, criar um evento. Quem se inscreveu no ano passado pode usar o mesmo perfil para inscrição este ano. O preenchimento de dados pessoais como nome, sobrenome e sexo são opcionais. Basta um e-mail válido para
nos comunicarmos com a pessoa responsável pela inscrição.

Os critérios para avaliação das propostas são:
– Adequação aos temas: privacidade, segurança e criptografia
– Diversidade de gênero, geográfica e de formato
– Inovação da proposta
– Atualidade da proposta

Lembrando que não serão aceitas propostas por qualquer outro canal de comunicação da CryptoRave como Twitter e Facebook. Não há compensação financeira pelas atividades aprovadas e não serão aceitas propostas que envolvam merchandising. Nos comprometemos a oferecer infraestrutura adequada e a buscar materiais essenciais à realização da atividade, mas não exagere, funcionamos na base do financiamento coletivo e trabalho voluntário.

Dúvidas e sugestões podem ser enviadas para contato ARROBA cryptorave.org

MULHERES

Com o objetivo de garantir a diversidade, a CryptoRave mantém uma política anti-assédio e o firme compromisso de garantir um ambiente receptivo para mulheres, pessoas LGBTQ e minorias sociais. Também mantemos uma trilha para apresentar atividades relacionando segurança, privacidade, criptografia e questões de gênero. Por isso, se inscrevam!

Sugestões de temas e tópicos para as atividades:
– Análise dos últimos grande vazamento de dados, seus impactos e como se proteger
– Discriminação algorítmica
– Criptografia: do básico ao avançado. Teoria e implementações.
– Segurança para ativistas e defensores de direitos humanos.
– Segurança para cidadãos e consumidores na era da Informação.
– Gênero e Privacidade: diversidade na segurança digital.
– Denúncias e análise de violações do direito à privacidade e liberdade de expressão.
– Denúncias e análises de como governos violam a privacidade: espionagem e vigilância no Brasil e no mundo.
– Como empresas violam a privacidade: coleta de dados, lucro e direito do consumidor.
– Experiência de (contra) ofensiva: hacking, hacktivismo, hacking das coisas, fuzzing, exploits e segurança ofensiva.
– Segurança e/ou vulnerabilidades em hardware, cripto dispositivos e open hardware.
– Ciberguerra e ativismo cibernético na rede.
– Hardening de sistemas operacionais.
– Soberania computacional, descentralização e federação de redes.
– Dissidentes políticos, denunciantes e vazamentos de informações – sistemas tecnológicos e éticos.
– Sistemas eletrônicos de governos e vulnerabilidades.

VOLUNTÁRIOS

A abertura de inscrições para trabalho voluntário durante o evento – uma nobre e fundamental atividade com a qual temos muito orgulho de contar – será em abril de 2017.

E lembre-se, a realização de um evento como a CryptoRave custa caro. Para garantir que sua atividade e a própria CryptoRave aconteçam, avise a sua comunidade e estimule a colaboração com nosso financiamento coletivo.

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Aberto o CHAMADO DE PROPOSTAS DE ATIVIDADES para a Cryptorave 2018 – 4 e 5 de maio: https://cpa.cryptorave.org/pt-BR/cr2018/cfp/session/newMantendo a tradição, o evento será construído de forma colaborativa, por meio de sugestões de palestras, debates, oficinas, jogos, atividades mão-na-massa e colaboração de projeto FOSS (free/libre/open software/source). Propostas de apresentações artísticas, instalações, exibição de filmes e shows também são MUITO bem-vindas. DJs também já podem se inscrever para tocar na Cryptofesta que rolará, como nas edições anteriores, ao final do encontro.As inscrições vão até dia 24 de março, à meia-noite.Não deixe para a última hora!

Posted by CryptoRave on Tuesday, January 23, 2018

https://cryptorave.org/

turboCrypto, 24/8 19h30 no tarrafa

Quinta-feira, dia 24, às 19h30 no tarrafa teremos a
Oficina Prática turboCrypto: gpg + otr!

Serão duas horas sobre o melhor da criptografia, jamais superada pela humanidade e além-mundos. Veremos primeiramente como funciona a criptografia assimétrica, para logo em seguida instalar um cliente de email e a extensão Enigmail, que lida com o protocolo GPG [1]. Descobriremos onde está nossa chave privada (ela deve ser protegida e é de nossa e somente nossa responsabilidade cuidar dela) e como gerenciar as chaves públicas de nossos pares. Na sequência, entraremos no protocolo de bate-papo XMPP e aprenderemos a usar a camada de criptografia OTR (off-the-record) [2], que serviu de base para o Signal Protocol, hoje rodado por mais de 1 bilhão de pessoas pelo mundo afora. Ambas criptografia, GPG e OTR, são protocolos de código aberto e federados, ou seja, desde a primeira linha de código eles promovem a comunicação entre diferentes servidores (descentralização) além da própria liberdade na internet.

[1] https://gnupg.org/
[2] https://otr.cypherpunks.ca/

A Marcha Mundos de Mulheres por Direitos, que vai acontecer no dia 2 de agosto de 2017, em Florianópolis

Marcha Mundos de Mulheres por Direitos é o momento mais esperado do 13º
Mundos de Mulheres e Fazendo Gênero 11

A Marcha Mundos de Mulheres por Direitos, que vai acontecer no dia 2 de
agosto de 2017, em Florianópolis/SC, é dos momentos mais esperados da
edição brasileira do Congresso Mundos de Mulheres, que ocorre juntamente
com o Seminário Internacional Fazendo Gênero 11, na Universidade Federal de
Santa Catarina (UFSC). Com concentração às 16 horas no Terminal Integrado
do Centro (TICEN), a organização prevê que mais de 8 mil pessoas do mundo
todo participem da manifestação.

Há algumas semanas, diversos movimentos sociais do Brasil e de várias
partes do mundo constroem coletivamente esse momento. Os preparativos,
durante o 13º MM/FG 11, ocorrem na Tenda Mundos de Mulheres, que está
localizada na Praça da Cidadania, na UFSC, em frente ao prédio da Reitoria.

De acordo com a coordenadora da Comissão de Movimentos Sociais do 13º MM/FG
11, Vera Gasparetto, integrantes de vários movimentos e coletivos estão
trabalhando dia e noite para a construção da Marcha e, também, da Carta
Mundos de Mulheres, que será um documento oficial construído pelos
movimentos presentes no evento.

A manifestação pretende ser um espaço de luta que integre experiências e
reivindicações de pessoas do mundo todo: mulheres negras, indígenas,
quilombolas, agricultoras, residentes do campo e da cidade, trabalhadoras
do sexo, pessoas trans e não-binárias, mulheres lésbicas, bissexuais,
estudantes, trabalhadoras informais, imigrantes, acadêmicas, de várias
partes do mundo. Para representar essa luta conjunta, um manifesto foi
escrito coletivamente e será lançado e aprovado pelas pessoas presentes na
Marcha.

Transporte da UFSC para o TICEN (Centro)

A prefeitura de Florianópolis informou que deve colocar alguns ônibus
extras na tarde desta quarta, para atender à demanda das pessoas que irão
para a Marcha Mundos de Mulheres por Direitos. As linhas que fazem o
trajeto UFSC-TICEN são: UFSC Semidireto (saída do ponto da Biblioteca
Universitária) e Volta ao Morro Carvoeira e Pantanal (que saem dos pontos
dos entornos da UFSC, referentes aos dois bairros).

Tendas Mundos de Mulheres e Feminista e Solidária

Durante todo o evento, ocorre uma ampla programação na Tenda Mundos de
Mulheres, que é o espaço central dos movimentos de mulheres e feministas.
Confira, clicando aqui
<http://www.wwc2017.eventos.dype.com.br/download/download?ID_DOWNLOAD=63>. Além
desta, a Tenda Feminista e Solidária também recebe movimentos sociais com a
comercialização solidária de seus produtos.

Serviço:

O quê: Marcha Mundos de Mulheres por Direitos
Quando: 02 de agosto de 2017 às 16h

Onde: TICEN – concentração
Página no Facebook: https://www.facebook.com/events/1942552779313733/
Organização coletiva do 13º Congresso Mundos de Mulheres e Seminário
Internacional Fazendo Gênero 11 com diversos coletivos e movimentos sociais
Site do evento: http://www.wwc2017.eventos.dype.com.br/site/capa
E-mail da Assessoria de Comunicação: comunicacao.wwc2017@gmail.com