Surpresinha no Ticen hoje às 17h (25/02)

Alô Prefeito Jr. e sua Turminha da Fênix, essa é pra vocês!

Hoje, quarta feira, 25. 02, as 17h tem surpresa em frente ao TICEN. O SINTRATURB, o MPL e a Frente de Luta pelo Transporte Público promoverão uma ação para falar mais uma vez sobre a qualidade do transporte coletivo na capital.
A prefeitura prometeu grandes mudanças no sistema. Mas com um processo licitatório claramente direcionado e cheio de furos, nada mudou. O edital da licitação previa ar condicionado nos novos ônibus, mas durante todo o verão os usuários e trabalhadores cozinharam com as altas temperaturas em veículos lotados.

O consórcio Fênix tenta fazer uma ginastica nos números da idade da frota, incluindo os amarelinhos na conta para dizer que temos ônibus mais novos e acham que nos enganam. Cansados da falta de conforto, qualidade, dos horários escaços, das ameaças de demissões, das tarifas absurdas, vamos de novo…
surpresinha

Ato na Câmara de Vereadores contra a construção de um edifício de 18 andares na Ponta do Coral (25/02)

Na quarta-feira, às 16 horas, a Câmara de Vereadores de Florianópolis votará um requerimento dos vereadores Lino Peres e Josemir Cunha solicitando que seja anulado o decreto ilegal que o prefeito César Souza Júnior editou poucos dias após a aprovação do novo Plano Diretor.

O Decreto número 12.670/2014 possibilita que “os processos de aprovação de projetos, licenciamentos de obras, renovação de alvará, emissão de Habite-se, protocolados até o dia 17 de janeiro de 2014″ sejam analisados em conformidade com o Plano Diretor anteriormente vigente. Ou seja, no caso do projeto de construção de um hotel na Ponta do Coral, como a Hantei alega que o projeto é o mesmo protocolado na prefeitura há anos, as regras passam a permitir a construção de 18 andares. O novo Plano Diretor, apesar de não atender à demanda dos movimentos sociais, permite a construção de 6 andares. E este desrespeito do Prefeito para com a população e a Câmara de Vereadores, passando por cima das regras do novo Plano Diretor, permite também que outros empreendimentos se beneficiem do retrocesso que é este Decreto.

A população vai permitir mais este absurdo vindo do Prefeito? A Câmara de Vereadores vai baixar a cabeça e aceitar esta humilhação?

Temos a certeza de que com a presença da população na Câmara os vereadores podem se comportar de forma diferente.

Link para o Decreto 12.670/2014 http://www.pmf.sc.gov.br/arquivos/arquivos/pdf/25_07_2014_17.35.57.2d24927e37001cbc744c78871de9589b.pdf

O Movimento Ponta do Coral 100% Pública defende que a área seja 100% pública e mantida em condições adequadas para que a população usufrua deste espaço. A luta dos movimentos sociais em defesa da Ponta do Coral é antiga. Desde 1981, quando a área foi vendida pelo então governador Jorge Bornhausen (a venda é considerada irregular e está em trâmite judicial), estudantes, moradores, pescadores artesanais e o conjunto da população se manifestam contrários aos usos privados e abusivos pretendidos.

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/338076116387340

Ato pela Ponta do Coral 100% pública e pela e criação do Parque Cultural das 3 Pontas – 12/02

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Ponta do Coral 100% pública, porque Hotel é para poucos e Parque é para todos!

PARTICIPE do ATO em frente à FATMA, nesta quinta-feira, dia 12/02, às 13h.

O hotel de 18 andares na Ponta do Coral, na Avenida Beira-mar Norte, em Florianópolis, pode ser aprovado a qualquer momento pela FATMA (Fundação do Meio Ambiente). Por isso, se você quer um PARQUE público bem cuidado e seguro em vez de um hotel que vai causar mais engarrafamento, afetar o meio ambiente e tirar nossa vista para o mar participe do ato na FATMA.

A licença para a obra do hotel foi autorizada (04/02/2015) pelo prefeito César Souza Junior, o mesmo que prometeu em sua campanha para prefeito que nunca autorizaria uma obra como essa na Ponta do Coral. O prefeito Junior prometeu uma coisa, mas fez outra. A prova está nesse vídeo (https://www.youtube.com/watch?v=EjIA3wF7_g8).

O licenciamento do projeto do hotel de 18 pavimentos da construtora Hantei foi assinado pelo secretário da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SMDU), Dalmo Vieira, e seu adjunto, Marcelo Martins.

Esta decisão é ilegal, pois contraria o próprio Plano Diretor que define um máximo de 06 (seis) andares para qualquer construção naquela área. O projeto do hotel de 18 andares da Hantei atropela os desejos de boa parte da comunidade, que anseia por mais espaços públicos de convivência, e que há anos luta para a criação de um parque público na área (http://parqueculturaldas3pontas.wordpress.com/).

Sabemos que os interesses dos poderosos (políticos, construtoras e grande imprensa) vão prevalecer se não houver pressão popular!

Vamos pressionar para que a FATMA não aprove o projeto!

Também vamos pressionar para que a Prefeitura entregue o projeto que está tramitando para a população. O projeto já foi solicitado oficialmente, mas misteriosamente existe sempre uma desculpa para que ele não seja entregue: http://www.professorlinoperes.com.br/pagina/350/ponta-do-coral-falta-de-transparecircncia-. A população tem o direito de saber o que estão planejando fazer na área!

Ajudem a divugar o evento! Link para o evento no Facebook

Organizado pelo Movimento Ponta do Coral 100% Pública e na luta pelo Parque Cultural das 3 Pontas

Entrevista – Entenda as causas Frente de Luta pelo Transporte de Florianópolis

Replicação do Estopim Periódico
Entrevista

| ENTENDA AS CAUSAS DA FRENTE DE LUTA PELO TRANSPORTE |

Eles estão na vanguarda dos movimentos sociais em Florianópolis e prometem realizar na próxima sexta-feira, 23/01 um ainda maior que os anteriores. Tachados de baderneiros, comunistas e até de vagabundos, ocupam as ruas da cidade a fim de contestar a exploração dos empresários do transporte coletivo e o desleixo das autoridades políticas com a causa.

A Frente de Luta pelo Transporte reclama e atua não somente quando a passagem aumenta. Mas, nesses momentos, conseguem chegar até o cidadão comum porque é no bolso dele que pesa o preço abusivo das tarifas. Nessa entrevista, Tiago de Azevedo, vulgo Nando Reis, esclarece quem é o grupo de manifestantes que promete parar a cidade caso a tarifa não baixe.

>>> A história <<<

✔ Qual foi o estopim da criação da Frente de Luta pelo Transporte?

A Frente de Luta pelo Transporte surgiu em 2009 a partir do aumento das tarifas daquele ano. A criação da Frente foi uma forma de unificar e organizar todas e todos que lutavam contra os aumentos de tarifa e pela melhoria do transporte.

✔ Que outros movimentos e atores sociais integram a Frente?

Para além do Movimento Passe Livre a Frente é composta por diversas organizações políticas, entidades sindicais e estudantis, associações de bairro, movimentos sociais e dezenas de pessoas que se somam a luta sempre que a Frente se organiza em torno de alguma pauta.

✔ Quais são os principais questionamentos e pautas da Frente?

As pautas da Frente são a revogação imediata do aumento das tarifas, seguindo para a redução até a Tarifa Zero; a suspensão do contrato da recente licitação e da concessão do transporte, abrindo o debate com a população para a construção de um modelo de transporte onde ela possa opinar diretamente.

✔ Quais são as políticas públicas que estão sendo criadas ou reivindicadas pela Frente?

As principais reivindicações da Frente estão compiladas na Carta de Convergência da FLTP¹, contida em nosso site e elaborada a partir de um seminário realizado em 2011. Em resumo posso destacar:

– A defesa do transporte enquanto direito, como está contido na Lei orgânica de Florianópolis. Sendo um direito o transporte deve ser garantido a todos, sem nenhuma forma de exclusão que impeça a mobilidade das pessoas, como a tarifa. A Tarifa Zero é o meio para garantir isso de forma plena;
– O controle social do transporte, com o fim do sistema de concessão, que entrega todo o controle do sistema nas mãos dos empresários. Defendemos passar a gestão do sistema para a prefeitura, com conselhos de ampla participação popular e poder de deliberação;

– A priorização do transporte coletivo em relação ao transporte individual. A política de investimento em mobilidade da cidade ainda é focada na construção de estradas, elevados e estruturas viárias para o transporte individual. É preciso uma política que priorize o transporte coletivo, tornando-o mais eficiente e atrativo. Para isso é necessário a criação de vias exclusivas para ônibus e a ampliação de outros modais para transporte de massa, diferente dos projetos de transporte marítimo e via teleférico apresentados pela prefeitura recentemente, mas que possuem um foco meramente turístico devido a seu alto custo e sua ineficiência.

– Em resumo as políticas defendidas pela Frente giram em torno do fim do sistema de concessão baseado na tarifa e na implementação de um sistema baseado na Tarifa Zero, financiado através de um fundo municipal do transporte. Esse fundo, por sua vez, seria financiado por impostos onde quem tem mais e lucra com a melhor mobilidade da cidade pagaria mais. Além disso, acabaria com o sistema baseado na tarifa e portanto onde as empresas ganham por passageiro, sendo o transporte remunerado por km rodado. Assim acabaria com a lógica que busca ônibus socados de gente e com linhas curtas e ineficientes.

✔ Ao longo desses anos de atuação, que vitórias vocês já obtiveram?

As principais vitórias concretas na luta do transporte na cidade de Florianópolis ocorreram em 2004 e 2005, quando conseguimos derrubar os aumentos de tarifa. Mas também foi possível colocar em pauta na cidade a discussão sobre o passe livre, a tarifa zero ou mesmo o debate sobre a criação de vias exclusivas para ônibus, que a poucos anos atrás era considerada um absurdo pelas gestões das prefeituras.

>>> Manifestações <<<

✔ Por que a Frente e o MPL saem as ruas somente quando a passagem aumenta, visto que os problemas do transporte coletivo são permanentes?

Não saímos as ruas apenas em momentos de aumento. Em 2011 quando a câmara de vereadores aprovou uma lei de licitação que doava toda a frota de ônibus para as empresas e garantia que essas empresas pudessem ficar mais 40 anos controlando o sistema, nós fomos as ruas. Em 2013 e 2014, quando a prefeitura se recusou a reduzir a tarifa mesmo com a ampliação de subsídios e realizou uma licitação totalmente direcionada para o Consórcio Fênix, sem qualquer participação popular na sua elaboração, nós fomos as ruas. Da mesma forma que vamos as ruas todo o dia 26 de outubro no dia nacional de luta pelo passe livre. Porém, esses processos historicamente não conseguem servir de estopim para indignar a população a ir as ruas da mesma forma que um aumento de tarifa consegue quando pesa no bolso da população.

✔ Há dificuldades para trazer a população para perto das manifestações?

Sempre há, em especial pela difamação que a grande mídia faz tentando blindar a prefeitura e o governo do estado. Na rua, a receptividade da população é muito boa. A grande maioria das pessoas concorda com as reivindicações, que o sistema de transporte é precário, ineficiente e caro. Apoiam as manifestações, mas a falta de crença na política e a própria falta de tempo impede muitas pessoas de participarem das manifestações.

✔ Como vocês analisam a atuação da polícia especificamente nos protestos de 2015?

A polícia militar está tentando se pintar enquanto uma polícia que negocia em vez de usar a força. Porém, no último ato, o efetivo mobilizado demonstrou que isso não passa apenas de um discurso vago. Não se pode chamar de negociador alguém que demonstra uma capacidade de força muito superior para conseguir o que quer. Não se negocia com alguém colocando uma faca no pescoço dela.

✔ A manifestação de rua é a única maneira de contestar os problemas do transporte coletivo de Florianópolis e região?

Não é a única, existem meios institucionais e jurídicos para isso. Mas dado a podridão desse sistema, evidenciados pelas dezenas de casos de corrupção, além do nível de conchavo dentro dele, sem as mobilizações de rua esses meios costumam virar papel perdido dentro de gavetas. As mobilizações de rua conseguem unir em um mesmo espaço aqueles que sozinhos têm pouca força, mas querem reivindicar e pressionar o poder público por mudanças, dando visibilidade a essas reivindicações e convocando mais pessoas a se unir a essa luta.

>>> A prestação de serviços <<<

✔ Falem sobre as inconsistências do último edital de exploração do Transporte Público da Capital vencido pelo Consórcio Fênix.

O edital é claramente direcionado para as mesmas empresas que controlam o sistema há 90 anos. Não a toa teve apenas uma concorrente. Ele exigia a existência de garagens e uma frota que apenas quem já operava no sistema poderia ter. A licitação também previa a demissão de centenas de cobradores, o que contrariava um acordo feito pelo TRT. Além disso, esse edital deveria ter sido elaborado com a participação dos usuários, como determina o Plano Nacional de Mobilidade Urbana.

✔ E a prestação de serviços do Consórcio, melhorou, piorou? Apontem os principais aspectos.

Não são poucas as reclamações de cortes de horários. Além disso, as ampliações de horários têm ocorrido apenas nas linhas executivas, o famoso amarelinho, cuja tarifa é bem mais cara. Também foram cortadas ao menos nove linhas. Obviamente o serviço só piorou.

>>> Tarifa Zero <<<

✔ Por que é tão difícil implantar a Tarifa Zero e garantir o direito a mobilidade das pessoas?

Tecnicamente não é difícil implementar a Tarifa Zero, basta criar um fundo para financiá-la. Economicamente não há nada que a impeça. O poder público tem capacidade de destinar verba específica para o fundo, determinando a origem da receita, a o mesmo tempo que a livre mobilidade das pessoas ajuda a economia a circular e se desenvolver muito mais. A dificuldade é falta de vontade política por parte do poder público.

✔ Existe algum modelo de transporte público internacional que tenha Tarifa Zero, ou que por alguma razão possa inspirar o Brasil?

Diversas cidades do Brasil e do mundo já implementam a Tarifa Zero de forma parcial ou completa. Tallin, na Estônia, foi a primeira capital do mundo a implementar Tarifa Zero a partir de 2013. O uso do carro diminuiu drasticamente, gerando impactos sociais e ambientais. Outras cidades, como Sydney, na Austrália, possui Tarifa Zero em diversas linhas centrais da cidade. No Brasil, a ideia já foi efetivada em parte da cidade de São Paulo na década de 1990. Maricá, no Rio de Janeiro, começou a implementação de transporte gratuito neste ano. Tarifa Zero não é uma utopia, é realidade.

Saiba mais:

1 – Leia a carta de convergência da Frente ( http://bit.ly/1GvrHsa).

Por Nícolas David, que já preparou seu armamento verbal para o próximo ato.

Novas manifestações pelo Transporte Público em Florianópolis, 10 anos depois da Revolta da Catraca

Berço das Revoltas da Catraca em 2004 e 2005, a população de Florianópolis e região metropolitana (SC) mais uma vez protesta contra o aumento das tarifas do transporte coletivo.

O reajuste autorizado pela Prefeitura, fez com que a tarifa subisse de R$ 2,58 para R$ 2,98 no cartão, e de R$ 2,75 para R$ 3,10 no dinheiro. O valor teve um acréscimo de 15%, e entrou em vigor no dia 11/01/2015.

A situação é ainda pior no transporte intermunicipal da região metropolitana, que  AUMENTOU DUAS VEZES só em 2014. Quem mora no continente está gastando de R$ 3 a R$ 6,20 por rodada de catraca e nem integração tem!

Segundo o advogado do Consórcio das empresas que operam na cidade, foram contabilizados para o aumento a variação dos valores dos combustíveis, das carrocerias, da mão de obra, calculados pelo IGP, além da manutenção dos postos de trabalho de 414 cobradores, por determinação do TRT. Segundo a Prefeitura e o Consórcio, o reajuste teria sido de 7,14% caso os cobradores tivessem sido demitidos.

A jogada combinada entre a Prefeitura e o Consórcio de empresas já foi desmentida pelo TRT, que afirmou que a decisão do tribunal de manter os 414 cobradores foi anterior ao edital que estabeleceu as novas regras para o funcionamento do transporte coletivo na Capital, datado de 2013. O edital em questão, solenemente ignorou o que havia sido decidido pelo Tribunal, e quase 2 anos depois, colocou a culpa no mesmo pelo reajuste abusivo das tarifas.

Essa dobradinha entre Prefeitura e empresas de ônibus não é novidade para nós, que há anos enfrentamos este conluio na cidade. Depois de muitos anos operando sem licitação, desde setembro de 2013 o processo da nova licitação do transporte se arrastava na base do autoritarismo, da falta de diálogo e da arbitrariedade do poder público, que recusou de todo jeito a participação popular.

O nome escolhido pelo consórcio vencedor (e único participante) da licitação pareceu até provocação: Fênix. Formado pelas 5 empresas que controlam o transporte de Florianópolis desde 1926, ano em que os primeiros ônibus começaram a circular pela cidade, a Fênix irá explorar o sistema até 2034, totalizando 108 anos de controle do transporte da cidade! Nas palavras do TCE: “Constatando-se apenas a alteração de razão social e incorporação, com fortes características de grupos familiares e nichos de mercado”.

Desde que o novo consórcio começou a operar, foram feitas muitas promessas para os usuários. Promessas que não foram revertidas em melhorias. Os usuários reclamam da falta de horários, de manutenção dos veículos e, principalmente, do alto valor da tarifa, que não condiz com a qualidade dos serviços prestados.

Além da licitação, que mudou tudo para ficar como está, a Prefeitura também tem planos de construir um Teleférico para “solucionar” os problemas de mobilidade da Capital. Para isto, pretende contrair um empréstimo de cerca de R$ 152 milhões com a Caixa Econômica (recursos do PAC II). A obra tem sido criticada por ser cara e ineficiente, sendo possível ter resultados muito melhores investindo em corredores exclusivos para ônibus e subsidiando a tarifa do transporte coletivo.

Em 2009 Florianópolis foi considerada a cidade com pior mobilidade urbana do Brasil. Nossa cidade tem muitos morros, lagoas e dunas e temos uma ponte como gargalo. Além disso, somos a segunda cidade com o maior número de carros por habitante no Brasil. Com um sistema de transporte público caro e ineficiente como o nosso, a situação só tende a piorar, pois todo trabalhador com condições financeiras irá optar pelo transporte individual.

Precisamos repensar a lógica do transporte público para evitar que este trânsito infernal continue sugando cada vez mais tempo de nossas vidas. O acesso a todo direito essencial da população passa por sua mobilidade. Se a lógica do transporte não é garantir e oferecer a possibilidade de deslocamento para o povo, então são restringidos a esta população o seu direito à educação, habitação, saúde e cultura.

Por estes motivos estamos em luta novamente.

Já realizamos duas manifestações na semana passada, uma na terça (13) e outra na sexta (16). Felizmente até o momento não houve confronto algum com a Polícia.

Nesta sexta, dia 23/01, nos juntaremos a outras cidades do Brasil em um ato unificado pela redução imediata das tarifas, contra a repressão policial e pela implementação do projeto Tarifa Zero.

Resistir até a tarifa cair!

Por uma vida sem catracas!

Frente de Luta pelo Transporte Público – Grande Florianópolis

http:/lataofloripa.libertar.org/

Vídeo de chamada para o Ato Nacional #ContraATarifa do dia 23:

Teleférico TICEN/UFSC: Quem paga essa conta?

 

10848764_680048888788216_5809520228740090885_oReplicação de postagem de Werner Kraus Junior

Na hora de posar para a foto da assinatura do financiamento, todos sorriem. Mas quem vai pagar o subsídio na casa do R$ 30 milhões anuais para operar o cavalo-de-Troia que querem nos dar de “presente”?

A Câmara de Vereadores vai analisar o pedido de autorização para contrair o financiamento na sessão de 19/12, sexta-feira. É importante estar lá para protestar contra este absurdo.

Para saber mais, acesse a análise do projeto:http://goo.gl/OdfAJ2

Ato Público Ave de Rapina (10/12/14)

As aves de rapina (“rapina” = raptar, aves que raptam) é um termo utilizado para caracterizar as aves carnívoras que apresentam determinadas adaptações para a caça ativa.”
adaptações.

Assim como fizeram os servidores da Prefeitura Municipal de Florianópolis deflagrados pela Operação Ave de Rapina no dia 12 de novembro de 2014 pela Polícia Federal de SC. A operação investigou a organização criminosa envolvendo vereadores, servidores públicos e empresários dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, ligados à administração pública de Florianópolis, entre Câmera de Vereadores, IPUF e a Fundação de Cultura Franklin Cascaes. Mais de R$ 30 milhões teriam sido desviados dos cofres públicos.

LEVANTE!
O ato público a ser realizado na próxima quarta-feira, 10 de dezembro em frente à Câmera Municipal de Florianópolis será a primeira ação deste movimento, em posicionamento coletivo sobre este caso de corrupção na cidade à venda. Caso este que engrossa os crimes cometidos pelos próprios servidores públicos da capital, repetindo o caso da Operação Moeda Verde e mais recentemente a aprovação duvidosa do Plano Diretor de Florianópolis.

Este ato foi definida pelos presentes na Reunião Unificada Ave de Rapina, realizada na terça-feira, 02 de dezembro, com frente Comuna Amarildo e SINTESP e demais movimentos sociais. [http://www.sintespe.org.br/conteudo.php…]

Segue o cronograma das próximas ações do movimento:

AGENDA
04/12 – Encontro para aprovação do texto para panfleto no SINTESP, às 20h.
08-09/12 – Entrega dos panfletos de convocação em frente ao TICEN + Tribuna Popular, das 17h às 19h.
08/12 – Reunião de organização do Ato Público com a sociedade civil e movimentos sociais organizados, SINTESP às 19h30.
10/12 – ATO Ave de Rapina às 16h em frente à Câmera de Vereadores de Florianópolis (concentração às 15h em frente ao TICEN).

Fonte: Grupo ETC

Matadeiro Livre!!!

Fonte: Núcleo Diretor do Pantano do Sul.
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A PRAIA DO MATADEIRO, ASSIM COMO OUTROS TANTOS LUGARES DE NOSSA ILHA, ESTÁ SOB A MIRA DE UM GRUPO QUE INTENCIONA CONSTRUIR UM RESORT NO LOCAL, E NAO BASTANDO ISSO, QUER TAMBÉM EXPULSAR A COMUNIDADE JÁ NELA CONSOLIDADA HÁ MAIS DE 30 ANOS, ALEGANDO SEREM ELES OS PROPRIETÁRIOS DA TERRA.

Matdeiro Resort

OS MORADORES DO MATADEIRO TEM PRESERVADO E CUIDADO DA MATA ATLANTICA E NO PLANO DIRETOR A PMF RESERVOU A ÁREA COMO SENDO ÁREA DE PRESERVAÇAO CULTURAL (APC) COMO FORMA DE MANTER A COMUNIDADE ALI.

OS ESPECULADORES, POR OUTRO LADO, CONSEGUIRAM GARANTIR NO PLANO DIRETOR, UMA  ÁREA DE PRESERVAÇAO LIMITADA (APL- QUE PERMITE CONTRUÇOES  JUSTAMENTE, NUMA ÁREA DO TAMANHODO RESORT DESEJADO), ONDE ANTES ERA UMA APP (ÁREA DE PRESERVAÇAO PERMANENTE).

NO ENTANTO, NAO CONTENTES COM ISSO, ESTAO DETERMINADOS A RETIRAR OS MORADORES DA APC COM O INTUITO DE PRIVATIZAR A PAISAGEM.

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