Não trabalhe! Pense na Crise! Ato rumo a greve geral! 22/09

Nesta quinta feira é Dia Nacional de Lutas rumo à realização da GREVE GERAL das Trabalhadoras e Trabalhadores Brasileiros na defesa da educação, saúde, direitos trabalhistas, salários e aposentadorias dignas, das politicas sociais de combate a pobreza e miséria, da soberania e do patrimônio nacional, como o pré-sal. O governo Temer quer congelar os recursos em saúde e educação (PEC 241), reformar a CLT (jornada de até 12h e perda de direitos trabalhistas), reformar a previdência (aposentadoria só aos 65 anos) e muito mais. Com apoio da mídia golpista manipula a informação, para tentar legitimar o GOLPE, impor o plano dos ricos contra os pobres, dos patrões contra os trabalhadores, SEM APOIO POPULAR E COM VIOLÊNCIA contra a liberdade de expressão e o direito da resistência, autodefesa e revolta popular! Os ataques são muito sérios, então a hora é de radicalizar e mostrar que não nos cansaremos, não vai ter arrego! Só o povo organizado pode barrar esses ataques e exigir muito mais. Pra tirar o Temer e acabar com essa ponte para o passado é preciso muita mobilização e muita luta. E uma das melhores formas de mobilização é PARAR O SISTEMA DE PRODUÇÃO! Quando se trata de retrocessos nos direitos sociais, não há espaço para a passividade! É preciso força e audácia para combater esse governo conservador. QUINTA-FEIRA 22/SET A CIDADE VAI PARAR! Ato Urgente rumo à GREVE GERAL Concentração 17:30h no Largo da Alfandega Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/702929213189603/ Do caos criado por Temer e de nossa luta solidária construiremos um novo mundo! FORA TEMER! Nossos Direitos defenderemos nas ruas! REDE FORA TEMER – FLORIPA

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“DIRETAS JÁ”, SERÁ?

Nas últimas semanas tem aparecido de forma mais enfática a pauta da defesa de eleições diretas, ainda em 2016, para a presidência e o congresso. Essa demanda é bastante compreensível e legítima, tendo em vista toda a ilegalidade que ronda o governo Temer e o golpe que o originou – sobretudo se a concretização desta pauta surgir através de pressão das ruas. Entretanto, é sempre válido nos questionarmos: seria essa uma solução real e efetiva para os problemas que estamos enfrentando? E, ainda, seria a chamada por novas eleições a reivindicação mais urgente que temos que levantar? De maneira muito pontual, devemos ressaltar quatro ataques principais bastante concretos e grotescos aos direitos sociais, que já se encontram em pauta e tramitação: a reforma da previdência, a reforma trabalhista, a PEC 241 (que congela os gastos com serviços como saúde e educação) e os projetos de privatizações em massa. Estas quatro “porradas na cara do/a trabalhador/a” caracterizam, de fato, questões que devem ter tratadas e enfrentadas em caráter de urgência. São elas que terão consequências práticas nas vidas de brasileiras e brasileiros, podendo ser aprovadas muito mais rápido do que se imagina. Seria ingenuidade pensar que a única figura por trás destes projetos é o governo Temer. Acordos e rearranjos dos direitos sociais desta natureza já vêm sendo negociados há tempos por diversas forças que influenciam a política e a politicagem brasileira, como por exemplo, o setor do grande empresariado. Mesmo que as palavras de ordem gritadas nas ruas por “Diretas Já” sejam legítimas, é fundamental considerarmos a possibilidade de cooptação da pauta pelos golpistas. Assim como fizeram com Cunha, Temer também pode ser descartado e transformado no novo bode expiatório da direita.  Não podemos deixar que a força das ruas seja usada novamente contra o povo. Temer pode ser facilmente substituído por outra pessoa apta a aplicar medidas talvez até piores de ataques aos direitos sociais, legitimada pela encenação democrática das eleições diretas  e livre da acusação de golpe. Vale também lembrar que eleições diretas,sem que haja uma ampla reforma política,tendem a ser uma grande roubada, já que os maiores financiadores de campanhas são os mesmos que financiaram o golpe. Portanto, temos a convicção de que novas eleições não garantem que essas políticas retrógradas sejam barradas. Ainda que compreendendo a motivação dos/as que clamam por “Diretas Já”, acreditamos que é o momento de contratacar de forma prática, enfática e urgente todos esses ataques  aos nossos direitos.  Se DIRETAS JÁ não resolvem nossos problemas, convocamos a todas e todos para aderirem a luta por  DIREITOS JÁ! CONTRATAQUE! FORA TEMER! DIREITOS JÁ!

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“DIRETAS JÁ”, SERÁ?

Nas últimas semanas tem aparecido de forma mais enfática a pauta da defesa de eleições diretas, ainda em 2016, para a presidência e o congresso. Essa demanda é bastante compreensível e legítima, tendo em vista toda a ilegalidade que ronda o governo Temer e o golpe que o originou – sobretudo se a concretização desta pauta surgir através de pressão das ruas. Entretanto, é sempre válido nos questionarmos: seria essa uma solução real e efetiva para os problemas que estamos enfrentando? E, ainda, seria a chamada por novas eleições a reivindicação mais urgente que temos que levantar? De maneira muito pontual, devemos ressaltar quatro ataques principais bastante concretos e grotescos aos direitos sociais, que já se encontram em pauta e tramitação: a reforma da previdência, a reforma trabalhista, a PEC 241 (que congela os gastos com serviços como saúde e educação) e os projetos de privatizações em massa. Estas quatro “porradas na cara do/a trabalhador/a” caracterizam, de fato, questões que devem ter tratadas e enfrentadas em caráter de urgência. São elas que terão consequências práticas nas vidas de brasileiras e brasileiros, podendo ser aprovadas muito mais rápido do que se imagina. Seria ingenuidade pensar que a única figura por trás destes projetos é o governo Temer. Acordos e rearranjos dos direitos sociais desta natureza já vêm sendo negociados há tempos por diversas forças que influenciam a política e a politicagem brasileira, como por exemplo, o setor do grande empresariado. Mesmo que as palavras de ordem gritadas nas ruas por “Diretas Já” sejam legítimas, é fundamental considerarmos a possibilidade de cooptação da pauta pelos golpistas. Assim como fizeram com Cunha, Temer também pode ser descartado e transformado no novo bode expiatório da direita.  Não podemos deixar que a força das ruas seja usada novamente contra o povo. Temer pode ser facilmente substituído por outra pessoa apta a aplicar medidas talvez até piores de ataques aos direitos sociais, legitimada pela encenação democrática das eleições diretas  e livre da acusação de golpe. Vale também lembrar que eleições diretas,sem que haja uma ampla reforma política,tendem a ser uma grande roubada, já que os maiores financiadores de campanhas são os mesmos que financiaram o golpe. Portanto, temos a convicção de que novas eleições não garantem que essas políticas retrógradas sejam barradas. Ainda que compreendendo a motivação dos/as que clamam por “Diretas Já”, acreditamos que é o momento de contratacar de forma prática, enfática e urgente todos esses ataques  aos nossos direitos.  Se DIRETAS JÁ não resolvem nossos problemas, convocamos a todas e todos para aderirem a luta por  DIREITOS JÁ! CONTRATAQUE! FORA TEMER! DIREITOS JÁ!

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Festival Cultural Fora Temer Floripa! 15/09

A arte resiste! Resistimos quando quiseram nos tirar o Ministério da Cultura, ocupamos, vencemos. E ainda estamos lutando por investimento e reconhecimento. Continuamos ocupando as ruas e praças em atos contra o governo golpista de Temer. As mulheres, LGBTTIs e negros resistem! Os trabalhadores resistem! Os estudantes resistem! Nas últimas semanas milhares de indignados saíram às ruas da nossa cidade em vários atos exigindo Fora Temer e nenhum direito a menos. Não vamos aceitar medidas conservadoras em relação a nossos corpos ou qualquer política que aumente a desigualdade como: o congelamento de gastos com saúde e educação pela PEC 241, a retirada de direitos dos trabalhadores em negociações da CLT, a reforma da previdência, pacote de privatizações. Não aceitaremos a ausência das mulheres, dos negros e dos LGBTTIs no congresso nacional. E nesta quinta feira vai ter muito mais resistência e ocupação. Nem só de manifestação resistindo com barricadas se faz a luta, a arte também é luta! Então bora fazer um festival cultural no Largo da Alfândega pra dizer mais uma vez, novamente, de novo, quantas vezes forem necessárias… FORA TEMER!!! Serão várias apresentações… INTERVENÇÕES NO PALCO: – François Muleka e Convidados (17:00h) – Histeria Coletiva (18:00h) -Grilo e os Mosquitos (19:00h) – Duo Multueira (20:00h) – Quasimorto (21:00h) INTERVENÇÕES NO CHÃO: – Graffiti com Léo SDI e Nova – Performance artística por Getúlio Cavalcante – Intervenção Dançando em saturno QUEM QUISER FAZER INTERVENÇÕES NO CHÃO, PERFORMANCES PARA COLABORAR COM O EVENTO SINTA-SE LIVRE PARA USAR O ESPAÇO DO LARGO DA ALFÂNDEGA. Rede Fora Temer Floripa QUINTA FEIRA 15.09, 16H ÁS 22H LARGO DA ALFÂNDEGA. Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1588384764789265/

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Carta aberta por Área Verde de Lazer na Ponta do Coral entregue ao Prefeito Cesar Souza (26/08)

No dia 26/08/16 estivemos presentes na Tenda da Democracia no Largo da Alfândega expondo o material do movimento, colhendo assinaturas de nosso abaixo-assinado e debatendo com os passantes sobre a luta pela Ponta do Coral 100% Pública e pela criação do Parque Cultural das 3 Pontas . Depois das 17h fizemos nossa concentração em frente a catedral para o ato […]

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Por que gritamos “Fora Temer”?

Denunciamos a ilegitimidade do governo de Michel Temer por termos a convicção de que um novo golpe de estado ocorreu no Brasil no dia 31 de agosto de 2016, com o afastamento da presidenta eleita, Dilma Rousseff, sem que esta tenha cometido quaisquer crimes. Assim, quando gritamos “Fora Temer”, estamos deixando claro que não reconhecemos um plano de governo que chegou ao poder de maneira antidemocrática e com medidas que precarizam ainda mais a maioria da população, mas não paramos aí. Não nos iludimos com a ideia de que um “Volta Querida” resolveria os problemas que a população vem enfrentando. Achamos ser, sim, importante defendermos a mínima, imperfeita e incompleta democracia que temos no Brasil; mais importante que isso, pensamos ser necessário protegermos nossos direitos sociais dos ataques que estes vêm sofrendo nos últimos anos. Acreditamos que essa proteção não se dará através da defesa de representantes ou partidos específicos, ou ainda com pautas genéricas como “fim da corrupção”: a única maneira real de defendermos a democracia e nossos direitos é através da pressão das ruas. Nós nos sentimos chamadas/os à luta para resistir à retirada e, mais do que isso, exigir o AVANÇO dos direitos sociais. Acreditamos que nossa pauta principal deve estar focada nesses riscos concretos, que possuem 4 eixos principais: a PEC 241, a reforma da CLT, a reforma da previdência e as privatizações. Não defendemos a bandeira de nenhum partido, conscientes que no contexto desta crise, seja qual for o partido da situação, teremos que erguer uma dura e longa resistência à derrubada de direitos que os mais ricos querem propor através da atual agenda neoliberal. Não iremos pagar por essa crise! Por isso, somamos às manifestações “Fora Temer”, já que esta é a figura que está implementando estas medidas no momento, mas clamamos por uma leitura crítica destas: pois Temer é apenas um agente descartável pelas forças que deram o golpe, e que pretendem implementar sua agenda de privatizações e de retrocessos nos direitos sociais. Diante da falência da democracia representativa, acreditamos que é somente na rua, nos locais de trabalho, nas escolas, nos bairros, nos organizando de maneira direta e coletiva, que poderemos não só barrar os ataques aos nossos direitos, como exigirmos muito mais. Mais do que nunca, é necessário termos consciência de que a única forma de se promover mudanças reais é através de ação e organização da própria população. DIREITOS JÁ! FORA TEMER!

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